Alguém quer uma dor de dentes?
quarta-feira, 28 de março de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
Em slowmo...
Ou, portuguesmente falando, em câmara lenta.
É assim que eu me sinto com este calor depois do almoço.
Cafeína, alguém tem cafeína?
sexta-feira, 23 de março de 2012
Presunção e arrogância em vestido de chita
Maria dos Anjos, uma colega cá do burgo (nome que eu decidi atribuir-lhe para não estar a revelar a identidade da peça de museu) é uma alma peculiar, diferente do comum dos mortais em tudo: no modo de vestir, na forma de se expressar, na modo de andar, no penteado e por aí fora.
A diferença não tem de ser necessariamente algo mau, não existe um ser humano igual ao outro, mas neste caso particular a criatura parece um ser arrancado da década de 80, de uma aldeia do interior profundo do país.
De início, ainda tentei fazer um esforço por compreendê-la e até ajudá-la na sua integração (desde pequeno que saio em defesa dos fracos e oprimidos, era sempre eu que puxava a ciganita para dançar nos bailes, para não deixar a moça esquecida num canto, entrega ao seu infortúnio). Bem, agora que já vinquei uma das minhas inúmeras qualidades, retomemos a dissertação.
Mas cedo me apercebi que Maria dos Anjos não queria ser ajudada, nem aconselhada e muito menos ensinada, já que ela sabia tudo. Maria dos Anjos era, portanto, um ser superior. Por baixo do casaquinho de tricot que a avó lhe ofereceu pelos anos e do toco com que prende a longa e farta cabeleira negra, vive um génio. Mas aos olhos do comum dos mortais é apenas uma miúda ridícula de 28 anos, com maturidade de 12 que não tem a humildade de assumir as burradas que faz. Aqui está um caso onde as aparências enganam.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Óóóóóóoó! Tão queridas que elas estão hoje....
Já se sente aquilo que eu chamo o efeito Primavera sobre o sexo feminino.
Todas elas são sorrisos deleitosos com os clientes. Começam a deixar para trás os casacos, as mais ousadas (ou as que têm alguma coisa para mostrar) aparecem com vantajosos decotes, unhas bem tratadas, uma ou outra perninha à mostra. Faz bem ao olho e torna o ambiente mais leve, mais prazeroso.
Sinto-me tentado a deixar-me levar por esta onda de simpatia, deitar tudo para trás das costas e começar de novo. Tal como a natureza, renascer....
Heloooo! Terra chama Marte!
Comigo não! A mim não me agarram elas nas suas teias. Tenho de as gramar o ano inteiro e sei bem o que a casa gasta. O drama, a tragédia, o horror do final das férias e da chegada das primeiras chuvas. As intrigas e mentiras acerca da vida sentimental, a diabólica TPM...
quarta-feira, 21 de março de 2012
Rapa o tacho!
As receitas da Filipa Vacondeus são para meninos quando comparadas com a ginástica culinária de uma colega aqui do serviço. O que eu me divirto a ouvir as aventuras gastronómicas da moça. Então não é que ela consegue fazer bacalhau à Brás sem bacalhau. Mas a especialidade mesmo é o arroz de pato com frango. Diz que ninguém nota a diferença... Deve ser, deve.
Se dúvidas houvesse...
Ontem ficaram dissipadas.
500.000,00 contos.
Não é nada meigo a pedir, não senhor...
500.000,00 contos.
Não é nada meigo a pedir, não senhor...
terça-feira, 20 de março de 2012
Agarrem-me que eu vou-me a elas!
Que bom que é trabalhar com gente que se contradiz a cada meia hora...
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